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Consulta de PTR e DNS reverso

Consulte o PTR de um endereço IP e verifique se o DNS reverso é consistente com o direto (FCrDNS), requisito de vários provedores.

Consultamos o PTR e, em seguida, resolvemos o nome encontrado de volta para confirmar a consistência.

O que este verificador faz

O DNS reverso responde à pergunta inversa da consulta comum: em vez de "qual o IP deste nome?", ele pergunta "qual o nome deste IP?". Servidores de e-mail usam isso como primeira triagem de quem está do outro lado da conexão.

Nós não paramos no PTR. Pegamos o nome devolvido pelo reverso e o resolvemos de volta, conferindo se ele aponta para o mesmo IP. Essa verificação de ida e volta é o FCrDNS, e é ela que a maioria dos painéis de DNS deixa passar — o reverso existe, parece certo, e mesmo assim é tratado como inválido por quem recebe.

Perguntas frequentes

É a sigla de forward-confirmed reverse DNS. Não basta o IP ter um PTR: o nome apontado por esse PTR precisa, ele próprio, ter um registro A ou AAAA que volte para o mesmo IP. Quando as duas pontas fecham, o reverso é confirmado. Vários provedores tratam um reverso não confirmado como se não existisse.

Não é no painel de DNS do seu domínio. O PTR fica na zona reversa do bloco de IP, que pertence a quem é dono do bloco — seu provedor de hospedagem, datacenter ou operadora. Normalmente há um campo no painel deles, ou é preciso abrir um chamado.

Não. O PTR importa para enviar. Quem recebe consulta o reverso do IP que está entregando a mensagem; se não houver, boa parte dos provedores recusa ou marca como spam.

Um nome seu, que identifique o servidor — por exemplo mail.suaempresa.com.br — e que tenha um registro A apontando de volta para o IP. Evite manter o nome genérico do datacenter: nomes com "dynamic", "dsl", "pool" ou com o IP embutido sinalizam conexão residencial e reduzem a confiança de quem recebe.